Sobre

Oi, tudo bem? Se você chegou até aqui, é sinal de que quer saber mais sobre mim ou sobre o Alto Desenvolvimento! Então, tenho duas versões: uma para quem quer ir direto ao ponto, e outra para quem tem um pouquinho mais de paciência e quer saber dos detalhes. Primeiro, vamos à versão resumida:

Meu nome é Vivian, tenho 30 anos, sou funcionária pública e, paralelamente, escrevo para a web há um bom tempo. Criei o Alto Desenvolvimento para ajudar quem quer investir no desenvolvimento pessoal, encontrar seu propósito de vida e aumentar seus níveis de foco e produtividade para conquistar seus maiores sonhos e levar uma vida plena.

Se você ficou satisfeito com a descrição acima, fique à vontade para navegar nas demais páginas do blog, pois tem muito conteúdo útil, que pode ajudar você!

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Agora, eis a versão mais detalhada da história, para você que quer saber direitinho como esse blog nasceu!

A corrida do rato

Tenho 30 anos, e durante a maior parte da minha vida, me mantive obcecada por minhas metas, principalmente acadêmicas, financeiras e profissionais.

Meus pais foram bancários que se tornaram comerciantes, e que foram devastados por uma profunda crise financeira que tomou conta de nossa vida no início dos anos 2000 e se estendeu por longos anos.

Aprendi que, na vida, tudo chegaria a mim a partir de muito esforço e trabalho. E a melhor maneira de conseguir alcançar uma vida melhor seria estudando.

Porém, com 18 anos, pobre de mim, sequer sabia o significado real de “propósito”, “meta de vida” e “realização pessoal”. Eu precisava de dinheiro para fazer as coisas acontecerem! E não havia muito tempo para investir em autoconhecimento e alinhar minhas ações práticas com a minha essência. Eu precisava de um trabalho, precisava estudar, e não poderia me dar ao luxo de escolher!

Quando terminei o Ensino Médio, sequer sabia exatamente o que eu queria da vida no aspecto profissional ou acadêmico, mas eu tinha uma certeza: eu precisava ingressar em uma graduação, para aumentar minhas chances de encontrar um bom emprego. Então, a vida conspirou a meu favor e recebi uma bolsa de estudos para a faculdade de Pedagogia, curso que terminei em 2007. Mas eu não me sentia realizada com a formação que tinha.

Assim, resolvi voltar aos estudos: em 2009, fui aprovada na Fuvest, para iniciar o curso de Letras na USP.

A essa altura, eu já tinha uma vida profissional e, inclusive, estava em fase de transição profissional, passando de um concurso público da esfera municipal para outro, de âmbito federal. Sim, eu havia conseguido ingressar na área pública!

Uma coisa ninguém poderia negar: eu estava alcançando metas. Mas tudo à base de um ritmo acelerado. Minha rotina era estudo, estudo, estudo e trabalho, trabalho, trabalho.

Resultado: fiquei doente e percebi que não conseguiria conciliar, pelo menos no momento, uma segunda graduação com o meu trabalho,  principalmente pelo fato de que eu gastava, diariamente, uma média de 4 horas diárias só me deslocando de um lado para o outro. E, como eu precisava me sustentar, optei por manter o trabalho e deixar a USP, sonho de tantas pessoas, para trás.

Mas eu não havia desistido de ampliar minha formação acadêmica. Depois desse período, em uma questão de dois anos, conclui duas especializações (uma em Língua Portuguesa, outra em Design Instrucional) que, por serem a distância, consegui cursar de modo simultâneo, com muita dedicação.

Algum tempo depois, ingressei em um mestrado, em Universidade Federal. Meu currículo estava ficando lindo, minhas finanças iam bem, minha vida acadêmica progredia. Mas aí, com as minhas necessidades básicas (como ter o que comer e onde morar) atendidas, comecei, pela primeira vez, a me questionar sobre a validade de tudo o que eu estava fazendo. Eu estava insatisfeita e infeliz. Me sentia como aqueles ratos que correm em uma roda. Eles correm, correm, correm, mas nunca chegam a lugar algum.

Eu conseguia diplomas, certificados, aprovações em concursos públicos mas… para quê?

O que eu estou fazendo com a minha vida?

Não consigo lembrar o dia exato em que essa pergunta surgiu pela primeira vez em minha mente. Mas sou capaz de me recordar de minha fase de vida.

Eu estava fazendo um mestrado em uma excelente universidade. Mas não tinha o menor interesse no que eu estava estudando, e não me identificava de forma alguma com as pessoas que me cercavam. E, o que é pior: não via finalidade naquilo que eu estava fazendo.

Quanto à minha vida pessoal, minha situação era a seguinte: eu morava, durante a semana, com a minha avó, para poder ficar perto do trabalho. Longe dos meus pais, do meu irmão, do meu namorado, da minha casa de verdade, das minhas coisas, que estavam em uma cidade distante, para onde eu ia apenas nos fins de semana.

Não via, a curto ou médio prazo, uma saída para poder ficar mais perto da minha família. Foi quando, então, surgiram rumores sobre a possibilidade de abertura de um concurso para o Poder Judiciário em minha cidade. A essa altura, eu ainda cursava o mestrado, que não me dava ânimo de modo algum.

Então, fiz o que todos condenaram: abandonei o curso. Assim, de um dia para o outro. Resolvi focar completamente no concurso que poderia me dar a chance de ficar mais perto de casa. Eu nem queria saber direito quais seriam minhas funções, como seria meu dia a dia nesse novo trabalho, caso eu fosse aprovada. Apenas dediquei todas as minhas forças aos estudos. E então, fui aprovada, em 1º lugar! E, em poucos meses, comecei a trabalhar na cidade que eu tanto queria.

Cuidado com o que você quer

Sabe qual o grande problema quando se tem metas? É que elas podem se realizar.

E se você não tiver extrema certeza daquilo que quer e do que é melhor para você, pode acabar se arrependendo das coisas que conquistou.

No primeiro dia em meu trabalho novo, vi que aquilo não era, definitivamente, para mim. Mas agora, era um caminho sem volta.

Eu estava confusa, pois o que eu mais queria no mundo, era ficar perto da minha família, do meu namorado, da minha casa. E eu havia conseguido isso, mas mesmo assim estava triste.

Nas primeiras semanas, eu detestei cada instante em que passei no meu trabalho novo. Percebi que havia feito uma escolha errada, e pela primeira vez, entendi que o que importava não era o salário, não era conseguir alcançar um objetivo, mas sim fazer algo que eu gostasse. Eu estava em uma enrascada, e agora precisava sair dela.

O abrir de olhos

Para muitas pessoas, ter um trabalho que pague as contas no final do mês é tudo o que se pode esperar dessa vida. Mas eu estava começando a perceber que, para mim, isso não seria suficiente.

Entenda: eu estava muito grata por ter conseguido o que eu queria. Afinal, eu estava na cidade em que eu gostaria de estar, perto de pessoas amadas. Contudo, eu abri os olhos para o que eu trazia por dentro e comecei um processo de reflexão e autoconhecimento.

Algumas das perguntas que começaram a martelar em minha cabeça:

  • Por que eu detesto tanto esse trabalho?
  • O que eu realmente gosto de fazer?
  • Qual é o meu propósito?
  • O que me faria mais feliz?
  • De que maneira eu consigo sair daqui?
  • Por que eu estou passando por tudo isso?
  • Que lições eu consigo extrair dessa situação?

Com o tempo, algumas verdades muito simples se revelaram a mim:

  • eu estava naquela situação porque havia batalhado por ela, por mais difícil que fosse assumir isso
  • eu era responsável por estar em um trabalho que eu não gostava, e que tornava meus dias um martírio;
  • eu havia me dedicado, a vida inteira, para chegar onde eu estava;
  • eu havia feito escolhas, no passado, de forma inconsciente, movida por motivações que não estavam ligadas à minha verdadeira essência;
  • o que estava para trás, eu não conseguiria mudar, então não adiantava reclamar, mas sim agir;
  • se eu tive determinação para conquistar tudo o que eu conquistei e que agora não me agradava, eu poderia usar a mesma fórmula para alcançar novos feitos, mas que dessa vez tivessem tudo a ver com meu propósito.

alto desenvolvimento

A ação

Não pense que chegar às conclusões acima foi coisa rápida. O processo foi doloroso, incômodo e ainda está em andamento (diga-se de passagem, o autoconhecimento nunca termina).

Mas, quanto mais dei espaço para meu verdadeiro eu se manifestar, mais fui movendo minha vida em direção à minha felicidade.

Continuo no mesmo trabalho ainda (sim, aquele que eu detestava). Não o amo de paixão, mas sou muito grata a ele pois, além de garantir meu sustento, serviu (e ainda serve) como instrumento para que eu iniciasse uma jornada para dentro de mim mesma que talvez eu jamais tivesse começado se não houvesse sido posta em uma situação de crise.

Assim, em três anos, fiz transformações notáveis em minha vida interna e externa, realizei um monte de sonhos e percebi que um dos meus maiores propósitos de vida é, em primeiro lugar, investir em autodesenvolvimento, para conquistar um Alto Desenvolvimento, por dentro e por fora.

Estou, com paciência e serenidade, aprendendo sobre mim mesma e construindo os pilares da minha vida.

Não se trata de ter um emprego magnífico, diplomas pendurados na parede ou bens materiais. Se trata de encontrar uma razão para acordar todos os dias e levar uma vida proveitosa, produtiva. Não é preciso ganhar muito dinheiro, nem ter status.

Cada pessoa tem seu caminho, sonhos, objetivos, desejos e um propósito de vida. Pode ser criar os filhos, ser um bom profissional, fazer caridade ou ler todos os livros do mundo.

Mas acredito que todos estamos vivos para alcançarmos o mais alto desenvolvimento que pudermos. Estamos aqui para superarmos nossas próprias barreiras. E, em minha opinião, conquistamos isso com base em 4 fundamentos:

Desenvolvimento pessoal: estamos vivos para desenvolver nosso potencial espiritual, físico, cognitivo, emocional e tantos outros aspectos que formam um ser humano. E acredito que isso se consegue de diversas maneiras, como por exemplo meditando, lendo, fazendo exercícios físicos, ajudando outras pessoas, mantendo contato com a natureza. Aqui no blog, vou compartilhar maneiras de se desenvolver cada vez mais, ainda que seu tempo seja escasso.

Produtividade: a única certeza que temos é que, cedo ou tarde, iremos morrer, o que torna nosso tempo nesse planeta algo limitado. E se temos um tempo finito por aqui, é melhor utilizá-lo da maneira mais inteligente possível, para alcançarmos nossos propósitos e investirmos em nosso desenvolvimento pessoal, certo? Não se trata de fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas sim de aplicarmos nossas horas, dias e anos de um jeito melhor. Vou ajudar você a tornar sua rotina mais simplificada e fazer com que seus dias rendam muito mais frutos.

Foco: é importante ter clareza quanto aos seus objetivos, para que você seja capaz de alcançá-los. Assim, o foco será seu melhor amigo, seja qual for seu sonho ou plano. Pretendo auxiliar você a manter a dedicação nas coisas que realmente importam.

Propósito: o que, afinal, você espera da vida? Qual sua missão por aqui? Essa resposta não é fácil de se conquistar, mas vou fornecer apoio para que você encontre a inspiração necessária para sair em busca do seu propósito.

Ufa! Se você chegou até o final desse texto, parabéns e obrigada! Será um prazer acompanhar você em sua jornada em busca do seu mais Alto Desenvolvimento.